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As Coleções do Museu


 

Desde a abertura ao público, em março de 1982, que a Photographia – Museu “Vicentes” tem recebido doações, nomeadamente, de máquinas fotográficas, antigos álbuns fotográficos, molduras com fotos, livros e catálogos de material fotográfico, bobines de filmes com documentários para cinema, que veem a ser integrados no acervo do Museu.
Atualmente, o Museu possui cerca de 800 mil negativos, provenientes não só da Coleção Vicente, como também de outros fotógrafos profissionais e amadores:

  • Photographia Vicente, coleção datável entre 1870 e 1978, com algumas imagens de exteriores, sendo o seu trabalho mais notável no “retrato” de atelier;







     

         

     

  • Russel Manners Gordon (3.º Visconde e 1º Conde Torre Bela) – (1829-1906).
    Fotógrafo amador, algumas publicações de fotografia atribuem-lhe a “descoberta das chapas de colódio seco, com base em tanino, que é um processo percursor do chamado gelatino-brometo”, usado mais tarde nas chapas fotográficas. Foi consultor da casa fabricante de ótica fotográfica dos senhores Dallmeyer e Ross, de Londres;





     


     

  • Aluízio Bettencourt (1838-1895) ou de João Francisco Camacho (1833-1898) (em estudo a autoria das imagens).
    Esta coleção foi doada ao Museu desconhecendo-se a proveniência das imagens, sendo datável entre 1876 e 1880. Algumas fotos encontram-se reproduzidas em álbuns da autoria de João Francisco Camacho;







     

     

  • Joaquim Augusto de Sousa, (1853-1905), notável fotógrafo amador, que com a sua máquina fotográfica documentou a vida da Madeira, desde 1870 a 1905, “dando-nos a exacta realidade de edifícios públicos, monumentos, jardins e as belezas naturais da Ilha. Foram-lhe conferidos prémios e menções honrosas pelos seus notáveis trabalhos”;









     

  • João António Bianchi (Visconde Vale Paraíso)(1862-1928), fotógrafo amador, coleção com imagens do quotidiano e da sociedade madeirense de início do século XX;

  • João Anacleto Rodrigues, (1869-1948), fotógrafo amador, introduziu o Cinema na Madeira, em 1897. Fotografou alguns aspetos da vida madeirense, nomeadamente transportes, paisagens da Ilha da Madeira, da Ilha do Porto Santo e dos Arquipélagos dos Açores e de Canárias. Imagens essas, que foram reproduzidas em álbuns de postais e vendidos aos inúmeros turistas que visitavam esta Ilha;

  • Perestrellos Photographos, atelier fundado em 1879(?)/1888(?)/1909 por Manuel Olim Perestrello (1854–1929), cuja arte de fotografar passaria de geração em geração. Coleção mais vocacionada para a foto-reportagem, tendo os seus trabalhos ilustrado diversos guias turísticos, as páginas do Diário de Notícias – (Funchal), a revista portuguesa “Ilustração Portuguesa”, para além de serem correspondentes do jornal londrino Daily Mail. Das suas reportagens fotográficas, podemos destacar de entre dezenas de personalidades nacionais e estrangeiras que visitaram a Ilha da Madeira: Winston Churchill, Albert Schweitzer, Rei Humberto de Itália, George Bernard Shaw, John dos Passos, Imperador Carlos D’Áustria;








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  • Alexander Lamont Henderson, (1838-1907).
    Fotógrafo profissional, nasceu na Escócia e exerceu a sua atividade profissional durante o reinado da Rainha Vitória, tendo sido fotógrafo da Casa Real Britânica. Visitou a Ilha da Madeira, por volta de 1903, fotografando paisagens e cenas do quotidiano. As imagens são em diapositivos para Lanterna Mágica, algumas vistas são panorâmicas de inegável valor artístico;





     


     

  • Francisco João Barreto, (1877–1934), médico e fotógrafo amador, coleção de temática diversa;







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  • Alberto Camacho Brandão, (1884-1945), fotógrafo amador e militar de carreira.
    Foi agraciado em 1919 com o grau de oficial de Torre e Espada pela defesa da Republica durante a revolta monarquica de Monsanto ocorrida em janeiro de 1919.
    Era genro de Manuel de Olim Perestrello.
    Da sua coleção, constam alguns negativos da Batalha de La Lis, em França, onde foi combatente durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918);








     

  • Álvaro Crawford Nascimento Figueira, (1885-1967), fotógrafo amador, as suas fotos são de um exímio artista. Algumas dessas imagens estão publicadas na revista “Das Artes e História da Madeira” e retratam cenas do quotidiano, paisagens e monumentos;








     

  • Major Charles Courtnay Shaw, (1878-1971), fotógrafo amador, retrata cenas do quotidiano familiar;







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  • Augusto João Soares, (1885–1970), fotógrafo amador, coleção de negativos com vistas estereoscópicas;









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  • Foto Figueiras, fotógrafos profissionais, casa fotográfica fundada em 1930, no Largo das Fontes, sendo seus proprietários os irmãos António (1901–1980) e Joaquim Gomes Figueira (1912–1995), juntamente com Carlos Melim.
    Coleção de temática diversa, sendo os seus trabalhos mais conhecidos através da edição de postais com vistas das Ilhas da Madeira e Porto Santo;







     

     

  • Gino Romoli, (1906-1982), fotógrafo amador, coleção de temática diversa, sendo que a maior parte das imagens não são da sua autoria;








     

  • Foto Arte, casa fotográfica fundada em 1948, por Juvenal Vera Cruz Correia, (1905-1995) na Rua dos Ferreiros. Coleção de retratos de atelier e paisagens com impressão em postal;








     

  • Foto Joaquim Figueira, fundada em 1946, por Joaquim Gomes Figueira (1912-1995), na Rua de João Tavira. Coleção que consta de retratos de atelier, paisagens com edição em postais. Alguns dos trabalhos de Joaquim Figueira encontram-se publicados, nomeadamente, no livro “Lampadários da Madeira” da autoria de Luiz Peter Clode;







     

     

  • Foto Sol, casa fotográfica fundada em 1951, por Consuelo Santos (1932–2007), na Rua Fernão de Ornelas. Coleção composta por bilhetes de identidade, reportagens de casamentos e artísticas fotos de atelier. Consuelo Santos “foi o primeiro fotógrafo a fazer reportagens de casamentos a cores em Portugal, segundo uma sondagem feita pela empresa Kodak;


  • Carlos Fotógrafo, casa fotográfica fundada por Carlos Fernandes (1930-2017) em 1958, sendo o trabalho de foto-reportagem o mais conhecido, por ilustrar as páginas do “Jornal da Madeira”. Coleção datada entre 1965 e 1982;


  • Artur Campos, fotógrafo cuja coleção de imagens está em formato 35 mm a cores, tendo por temática o levantamento patrimonial das igrejas e capelas madeirenses;